Futebol Brasileiro 96 – O PAPAI DO FIFA / Parte 1

Cla! Cla! Cla! Cla! Hooooooooooooo! Futbol Brasileiro noventa y sieis!

Se você leu a frase acima e conseguiu ouvi-la em sua mente, considere-se uma pessoa de sorte. Certamente, esse som foi reproduzido várias e várias vezes por diversos televisores Brasil afora, principalmente no fim dos anos 90.

O texto que segue, envolve, além dos já mencionados anos 90, futebol e o bom e velho Super Nintendo.

Texto lá da confraria do Forte Gomba!

QUALIDADE DEMAIS! COLÁ LÁ PRA VER!

Nos dias atuais, é fácil observar pela internet afirmações como “Não vi Pelé, mas vi Allejo” ou ainda “Allejo é melhor que Pelé”. Frases dos que tiveram sorte e puderam marcar infinitos gols com Gomez e Allejo, pela seleção brasileira, no International Superstar Soccer Deluxe.

Allejo num dia não muito inspirado (imagem clássica)

Mas, aqui vamos falar daquele que surgiu para atender um mercado que ansiava pela sua chegada. Mesmo tendo origem clandestina (se é que podemos dizer assim), o Futebol Brasileiro 96 foi o discípulo que superou seu mestre.

Com Bebeto, Romário, Túlio Maravilha, Paulo Nunes e Renato Gaúcho de capa, tem como um jogo ser ruim?

Apenas do jogo se chamar “Futebol Brasileiro 96”, ele foi baseado nos 24 clubes do campeonato nacional de 95. Logo abaixo, falaremos um pouco sobre a situação de cada um dos times no período de 94 até 96 e como eles estavam no jogo. Boa leitura!

FLAMENGO

Campeão carioca de 96 e dono do ataque mais poderoso do jogo, o Flamengo contava com Romário (que dois anos antes havia destruído na Copa do Mundo de 94) e Sávio, artilheiro da Copa do Brasil de 95. Se, na vida real os dois tiveram diversos problemas de relacionamento, inclusive, juntamente com Edmundo, conquistando a alcunha de pior ataque do mundo (quem lembra da musiquinha: pior ataque do mundo, pior ataque do mundo, pare um pouquinho, descanse um pouquinho, Romário, Sávio e Edmundo), no Nintendo era só entrosamento e certeza de muitos gols. Ainda, no banco (?), Bebeto, para entrar em caso de emergência.

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BOTAFOGO

O Botafogo vinha do título do Campeonato Brasileiro de 95, que havia encerrado um jejum de 27 anos do último título do brasileiro, de 1968. Um timaço, desde o goleiro Vagner, com Gottardo e Gonçalves segurando as pontas na zaga; Jamir, Beto (Iranildo) e Betinho; Pra fechar, Mauricinho, Edmilson e Túlio Maravilha.

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FLUMINENSE

Particularmente para o Fluminense, 1996 é um ano complicado. Bem complicado. No jogo, conta com Ricardo Rocha na zaga (nosso azarado campeão de 94), Vampeta e o monstro Renato Gaúcho (que possuía, além da tradicional faixa nos cabelos, todos os stats igual a 10). Analisando pelo jogo, não dá pra entender como este time do Flu acabou rebaixado no Campeonato Brasileiro de 96.

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VASCO

No Gigante da Colina, destaque para Carlos Germano e Juninho, e aquilo que seria a base do time multicampeão do fim dos anos 90, com Campeonato Brasileiro, por duas vezes, Libertadores, Taça Rio, Torneio Rio-São Paulo e Copa Mercosul.

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CRUZEIRO

Depois de apenas mostrar ao mundo um dos maiores jogadores de todos os tempos, Ronaldo Nazário, o Cruzeiro ainda tinha time para faturar uma Copa do Brasil, um vice campeonato da Supercopa Libertadores, e preparar o terreno para a conquista da Copa Libertadores de 1997. No elenco, craques como Belletti, Palhinha e Cleonésio Carlos da Silva, mais conhecido como Da Silva.

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ATLÉTICO MG

Sai, sai, sai que é sua Taffarel. Assim começava o time do Atlético MG no Futebol Brasileiro 96. Ainda, Doriva, Renaldo e Euller. Em 95, o time foi campeão mineiro e vice-campeão da Copa Conmebol, sendo ainda a equipe com maior média de torcida no campeonato nacional daquele ano. Em 96, ficaria com o terceiro lugar no campeonato nacional e, em 97, se tornaria o maior campeão da extinta Taça Conmebol, com dois títulos.

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SANTOS

Em 94, um jovem até então desconhecido chegava como contratação para o Santos. No ano seguinte, seria considerado o melhor jogador do Campeonato Brasileiro. Em 96, artilheiro do Campeonato Paulista. Estamos falando do Messias Santista. Giovanni. Em dezembro de 95, após perder por 4 a 1 o jogo de ida da semifinal do Brasileirão para o Fluminense, foi protagonista de um memorável jogo, marcando dois gols e fazendo uma exibição de gala, cravando um 5 a 2 e levando o Alvinegro Praiano para a final daquele campeonato.

Ainda, no escrete santista, o emblemático filho do Rei Pelé, Edilson; Robert e Jamelli. O último esse, que, inclusive, recentemente jogou no time do Futebol Americano do Santos, como kicker.

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SÃO PAULO

Depois do esquadrão imortal que durou entre 91 e 94, com o bicampeonato mundial interclubes, bicampeonato da Libertadores, Campeonato Brasileiro de 91, Supercopa Libertadores 93, bicampeonato da Recopa Sul-Americana, dentre outros títulos, o ano de 1996 é um que não deixa saudades para os torcedores do São Paulo. Vindo de uma modesta 12ª colocação do Campeonato Brasileiro de 1995 (e finalizaria o de 96 também em uma modesta 11ª colocação), a equipe tricolor paulista não inspirava muito seus torcedores. O time do São Paulo tinha o destaque de Zetti no gol e Edmilson (que depois fez parte da seleção campeã mundial em 2002 – saudades gol de voleio – inclusive). Na frente, Valdir Bigode, um ícone do futebol noventista.

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CORINTHIANS

O Corinthians vinha do título da Copa do Brasil sobre o Grêmio, em 1995. Em 96, o time disputava a Copa Libertadores e viu sua vítima tornar-se seu algoz. A equipe foi eliminada pelo Grêmio, nas Quartas de Finais. O timão começava com o histórico Ronaldo Giovanelli no gol, o Ronaldão, Célio Silva (o canhão do brasileirão) e Silvinho (também conhecido como Sylvinho). Na parte ofensiva, nada menos que Marcelinho Carioca, o pé de anjo, e Edmundo (animal).

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PALMEIRAS

O Palmeiras tinha um time respeitável entre 95 e 96. Jogando pela Libertadores, em 1995, acabou eliminado nas Quartas de Finais pelo Grêmio (que mais tarde tornar-se-ia campeão) em um daqueles jogos eternos. Após perder a partida de ida por 5 a 0, tudo parecia perdido, ainda mais quando o Grêmio abriu 1 a 0, logo aos 8 minutos do primeiro tempo. Agora, só um 6 a 1 salvaria o esquadrão do Parque Antártica, levando aos pênaltis a decisão. Ele começou a ser construído com Amaral e Cafu, no primeiro tempo. No segundo tempo, Alex Alves e Mancuso adicionaram mais dois gols ao marcador. 24 minutos do segundo tempo, 4 a 1. Dava tempo. Aos 39 minutos, Cafu guardou o seu e decretou o 5 a 1. Daí até o fim, o jogo foi só nervos e assim terminou, com a eliminação do verdão, que conquistaria a Libertadores mais tarde, em 99. No jogo, o Palmeiras conta com Veloso no gol, Cafu e Cléber Américo da Conceição, o Clebão, Roque Júnior, Galeano e Amaral. Djalminha, Flávio Conceição, Luizão e Luís Antônio Corrêa da Costa, mais conhecido como Müller. Uma máquina (sem clubismo).

Do Verdão do mito Amaralzinho também tem na FutFanatics, cupom de desconto é: MANUALJR10

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GRÊMIO

Campeão da Libertadores de 95, Vice-Campeão da Copa do Brasil de 95 e Campeão do Campeonato Brasileiro de 96. O elenco do Grêmio iniciava com Danrlei, o paraguaio Catalino Rivarola e Roger Machado. Na meia cancha, Arílson e Carlos Miguel. E, no ataque, nada mais nada menos que Paulo Nunes e Jardel, o artilheiro da Libertadores de 95, com 12 gols. Novamente me obrigo. Que máquina de time (sem clubismo).

Pro time do Jardel (NAFTALINA ALTA) também tem na FutFanatics, cupom de desconto: MANUALJR10

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Essa é a primeira parte onde lembramos dessa saudosa época do futebol e da jogatina noventina, onde eramos felizes E SABIAMOS! Na próxima sexta-feira, vamos publicar a outra parte, onde mostramos um pouco de mais times brazucas nesse saudoso game que até hoje é venerado.

Acompanha a caminhada da galera do Forte Gomba, e cola lá praver o trampo sensacional dos caras!

Segue aê os links das midias dos parças, é só clicar na opção que quer ver! Tamo junto rapaziada, semana que vem tem mais! CUIDA CUIDA

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